Ensaio de Permeabilidade ao Oxigênio (TPO2) em Tuiuti-SP
O Ensaio de Permeabilidade ao Oxigênio (TPO2) quantifica a quantidade de oxigênio que passa através de um filme durante condições controladas de análise. O resultado obtido permite verificar o nível de proteção da barreira ao oxigênio oferecida pelo material.
Para empresas de Tuiuti-SP, essa análise é relevante para comparar materiais destinados ao envase de produtos sensíveis à oxidação. O controle da taxa de transmissão de oxigênio contribui para verificar a proteção de medicamentos ao longo de sua vida útil.
No laboratório ADMESER, o ensaio TPO2 é conduzido conforme as normas ASTM D3985, ASTM F1307 e ASTM F1927, com o uso de sensores coulométricos de alta especificidade.

Como funciona o ensaio de permeabilidade ao oxigênio (TPO2)
A TPO2, sigla para taxa de permeabilidade ao oxigênio, expressa a quantidade de oxigênio que passa através de uma área determinada do material durante um período de 24 horas. Essa característica também é conhecida pela sigla internacional OTR (oxygen transmission rate) e é mensurada sob parâmetros definidos de temperatura e umidade relativa.
Quanto mais reduzida for a taxa registrada, mais eficiente será a barreira contra a passagem de oxigênio, desde que a interpretação considere as mesmas condições de ensaio. Esse dado técnico permite comparar materiais de acordo com o nível de proteção exigido pelo produto acondicionado.
O ensaio de permeabilidade ao oxigênio pode ser executado em filmes e laminados isolados durante o projeto da estrutura da embalagem. A análise também pode ser realizada em embalagens formadas e seladas, permitindo examinar o comportamento do sistema completo. Para empresas localizados em Tuiuti-SP, o ensaio auxilia na validação de materiais e embalagens compatíveis com as necessidades de conservação do produto.
Qual norma utilizar no ensaio de permeabilidade ao oxigênio
As normas ASTM D3985, ASTM F1927 e ASTM F1307 empregam o princípio de detecção do oxigênio por sensor coulométrico. A principal variação entre os métodos está no formato da amostra e nas variáveis consideradas durante o ensaio. O laboratório ADMESER orienta empresas de Tuiuti-SP na escolha do protocolo mais compatível para cada aplicação.
O que a ASTM D3985 avalia
A ASTM D3985 descreve o método para determinar a taxa de transmissão de oxigênio por filmes e folhas plásticas utilizando um sensor coulométrico. O protocolo pode ser empregado em filmes, laminados, materiais coextrudados e outras estruturas planas revestidas com plástico. Essa norma é indicada principalmente para comparar materiais antes de sua conversão em embalagem, auxiliando na especificação da estrutura de barreira ainda durante a etapa de projeto do sistema de acondicionamento.
O que diferencia a ASTM F1927
A ASTM F1927 também se aplica a filmes e materiais planos de barreira, mas considera a realização do ensaio sob umidade relativa controlada. O método possibilita determinar a taxa de transmissão, a permeância e a permeabilidade ao oxigênio em parâmetros controlados de temperatura e umidade. Esse protocolo é especialmente relevante quando a influência da umidade pode alterar o desempenho de barreira do material, como em estruturas que contêm EVOH, poliamidas ou outros polímeros de comportamento dependente da umidade.
O que a ASTM F1307 analisa
A ASTM F1307 utiliza o princípio do sensor coulométrico na determinação da taxa de transmissão de oxigênio em embalagens acabadas destinadas a manter um ambiente interno seco. O método pode ser utilizado, conforme a adequação da amostra, em pouches, sachês, potes, blisters e outros sistemas já finalizados. Nesse caso, a medição considera o desempenho do sistema completo, incluindo a estrutura do material, as junções, o formato da embalagem e possíveis pontos de fragilidade.
Entenda a medição de oxigênio por sensor coulométrico
Durante a medição, a amostra é instalada em uma célula de teste que separa dois compartimentos. De um lado da célula circula um gás de arraste livre de oxigênio. Na face oposta, o material é submetido com oxigênio puro ou ar sintético, conforme o método utilizado.
O oxigênio que passa pelo material é captado pelo gás de arraste e levado até o sensor coulométrico. Nesse componente, o oxigênio reage por meio de um processo eletroquímico, gerando um sinal elétrico proporcional à quantidade detectada. A partir dessa corrente elétrica, o equipamento calcula a taxa de transmissão de oxigênio da amostra.
A tecnologia coulométrica apresenta alta especificidade ao oxigênio e sensibilidade adequada à avaliação de materiais de alta barreira. Isso permite avaliar estruturas metalizadas, laminados multicamadas e materiais com aditivos captadores de oxigênio, conhecidos como oxygen scavengers. Para fabricantes de Tuiuti-SP, essa capacidade analítica permite selecionar estruturas destinadas a produtos que dependem de uma barreira eficiente ao oxigênio.

Quais materiais e embalagens podem passar pelo ensaio TPO2?
O ensaio de permeabilidade ao oxigênio pode ser executado tanto em materiais planos quanto em embalagens já formadas e seladas. A configuração do ensaio é definida conforme o formato da amostra e o parâmetro que será avaliado.
Materiais flexíveis e estruturas planas
Amostras planas de filmes monocamada, materiais coextrusados e laminados flexíveis podem ser testadas ainda durante o desenvolvimento da embalagem. Essa análise permite comparar diferentes estruturas antes da produção da embalagem final. O resultado auxilia na seleção de materiais com o nível de barreira ao oxigênio necessário para o produto, além de permitir a comparação entre diferentes combinações de camadas sob as mesmas condições de ensaio.
Embalagens formadas e seladas
Embalagens acabadas também podem ser submetidas ao ensaio, conforme a compatibilidade da amostra com o método utilizado. Pouches, sachês, potes, blisters e outros formatos são adaptados ao equipamento por meio de uma interface específica com sua geometria. Nesse formato, o ensaio quantifica a entrada de oxigênio no sistema completo, considerando o material, as selagens, as conformações e possíveis áreas vulneráveis.
Unidades e interpretação do ensaio TPO2
Nos ensaios realizados em filmes e materiais planos, o resultado da TPO2 é normalmente informado em cm³/(m²·dia), unidade também escrita como cc/m²/dia. Quando a medição é realizada em uma embalagem acabada, o resultado pode ser expresso em cm³/(embalagem·dia). Quanto menor for o valor obtido, mais eficiente tende a ser a barreira ao oxigênio. Esses valores devem ser utilizados como referências técnicas e a comparação entre amostras somente é válida quando considera fatores como espessura, composição, temperatura, umidade relativa e método de ensaio. Para indústrias de Tuiuti-SP, a interpretação do resultado deve considerar a vida útil desejada, a sensibilidade do produto à oxidação e as condições previstas durante o transporte.
Segmentos que utilizam o ensaio de permeabilidade ao oxigênio
O laboratório ADMESER analisa demandas de diferentes segmentos de mercado, desde que seja tecnicamente possível fixar ou conectar a amostra ao equipamento e que sua taxa de transmissão de oxigênio esteja dentro da faixa de detecção do sensor.
Antes da programação do ensaio, são considerados o formato da amostra, a barreira esperada, as condições de análise e o protocolo aplicável. Empresas de Tuiuti-SP podem solicitar a avaliação de filmes, laminados, componentes e embalagens acabadas de diferentes aplicações.
Aplicações na indústria de alimentos
Embalagens para carnes, queijos, cafés, snacks e alimentos prontos precisam controlar a entrada de oxigênio para retardar reações oxidativas. Dependendo do produto, a oxidação pode alterar a cor, o sabor, o aroma, a textura e a vida útil.
O ensaio TPO2 auxilia na validação de estruturas de barreira adequadas às características do alimento e às condições previstas de armazenamento.
Aplicações em embalagens farmacêuticas
Blisters, frascos, sachês e embalagens flexíveis para medicamentos podem exigir uma barreira compatível com a sensibilidade da formulação ao oxigênio. A entrada do gás pode afetar princípios ativos, excipientes e outros componentes suscetíveis à oxidação.
A medição permite caracterizar o material ou a embalagem, gerando dados que podem apoiar o processo de qualificação do sistema de acondicionamento.
Aplicações em embalagens industriais
Filmes, laminados, sachês, recipientes e bombonas utilizados para produtos químicos, defensivos agrícolas, aditivos e polímeros especiais podem ser avaliados quando o conteúdo pode ser afetado pelo oxigênio.
Nesse segmento, o ensaio auxilia na verificação da barreira oferecida pelo material e pelo sistema completo, respeitando a configuração permitida pelo equipamento.
Aplicações em embalagens para bebidas
Garrafas PET, tampas, componentes de fechamento, latas e outras embalagens para cervejas, vinhos, sucos e refrigerantes podem depender do controle da entrada de oxigênio para manter sabor, aroma, cor e estabilidade durante a vida de prateleira.
A aplicação do TPO2 é definida conforme o material que será analisado. Em sistemas acabados, a medição pode ajudar a identificar a contribuição da estrutura, das regiões de fechamento e de possíveis pontos de entrada do gás.
Aplicações em eletrônicos e baterias
As bolsas de barreira à umidade, conhecidas como moisture barrier bags, são utilizadas na proteção de componentes eletrônicos sensíveis. Nessa aplicação, a umidade e a proteção contra descarga eletrostática costumam ser requisitos centrais, enquanto o TPO2 pode atuar como análise complementar quando a barreira ao oxigênio também fizer parte da especificação.
Filmes multicamadas destinados a embalagens pouch para baterias de lítio também podem ser avaliados quando a passagem de oxigênio for um parâmetro relevante. A necessidade do ensaio deve ser confirmada conforme o projeto, pois a transmissão de vapor d’água pode exigir uma medição específica de WVTR.
Aplicações no setor de beleza e cuidados pessoais
Cremes, séruns, óleos, fragrâncias e formulações com ativos sensíveis à oxidação podem sofrer alterações de cor, odor, textura ou estabilidade quando expostos ao oxigênio.
O ensaio permite selecionar filmes, laminados, tubos, frascos e outros sistemas compatíveis com o equipamento, auxiliando na definição de uma embalagem adequada às características da fórmula.
Aplicações no mercado pet
Rações, petiscos e alimentos úmidos podem conter gorduras e ingredientes suscetíveis à oxidação. A entrada de oxigênio pode favorecer a alteração das gorduras, afetando aroma, sabor, qualidade e vida útil.
A medição da TPO2 auxilia na comparação de embalagens destinadas a proteger o alimento durante o período de comercialização.
Aplicações no setor nutracêutico
Sachês, blisters, frascos e embalagens flexíveis para suplementos alimentares podem necessitar de barreira ao oxigênio para proteger vitaminas, óleos, extratos e outros compostos bioativos sensíveis.
O resultado do ensaio contribui para especificar materiais de acondicionamento de acordo com a formulação, a apresentação do produto e as condições previstas de conservação.
Aplicações no setor de agroinsumos
Embalagens para sementes tratadas, defensivos e outros agroinsumos podem ser avaliadas quando o controle da passagem de oxigênio for relevante para a estabilidade do produto acondicionado.
No caso das sementes, a necessidade de barreira deve ser estabelecida conforme a espécie, o tratamento aplicado, a umidade e as condições de armazenamento, pois nem toda aplicação exige a menor transmissão possível. Para produtos químicos agrícolas sensíveis à oxidação, o TPO2 pode complementar a caracterização da embalagem.
O que pode modificar a barreira ao oxigênio da embalagem?
O resultado do ensaio TPO2 não depende apenas do polímero utilizado. Diferentes características da estrutura podem aumentar ou reduzir a passagem de oxigênio e, por isso, devem ser avaliadas durante a interpretação dos dados:
Composição e espessura do material: o conjunto de materiais e a espessura da estrutura influenciam diretamente sua capacidade de barreira. Filmes multicamadas, laminados e estruturas metalizadas tendem a apresentar taxas mais reduzidas, desde que não existam falhas na camada de proteção.
Temperatura e umidade relativa: essas condições modificam a mobilidade das moléculas e o comportamento dos materiais. O aumento da temperatura pode favorecer a permeação, enquanto a umidade relativa pode afetar especialmente polímeros cuja barreira depende da umidade, como algumas estruturas com EVOH ou poliamida.
Defeitos e variações da amostra: microfuros, fissuras, vincos, abrasões, falhas na metalização e variações de espessura podem criar caminhos preferenciais para a entrada de oxigênio. Mesmo um material com alta barreira pode apresentar um resultado diferente do esperado quando sua estrutura não está íntegra.
Qualidade das selagens: em embalagens acabadas, a passagem de oxigênio pode ocorrer pelas junções da embalagem. Temperatura, pressão e tempo de selagem inadequados, além de contaminações na região de fechamento, podem prejudicar o desempenho do sistema completo.
Processamento e configuração da estrutura: etapas como aplicação de revestimentos, além das condições de armazenamento da amostra, podem modificar a organização do material e seu comportamento de barreira. Amostras com a mesma composição podem apresentar resultados diferentes quando produzidas ou acondicionadas sob condições distintas.
Captadores de oxigênio: os aditivos conhecidos como captadores de oxigênio ou oxygen scavengers consomem parte do gás que entra na embalagem enquanto permanecem ativos. O efeito observado no ensaio depende da capacidade disponível do aditivo e das condições às quais o material foi exposto antes da análise.
Para empresas de Tuiuti-SP, é importante informar ao laboratório as condições reais de uso da embalagem. Esses dados ajudam a estabelecer os parâmetros do ensaio e permitem interpretar a taxa de permeabilidade ao oxigênio de acordo com a aplicação do produto.
Estrutura do laboratório ADMESER para análises de TPO2
O laboratório ADMESER conduz o ensaio de permeabilidade ao oxigênio com sensores coulométricos de alta especificidade. Os procedimentos são conduzidos conforme os parâmetros estabelecidos pelas normas ASTM D3985, ASTM F1927 e ASTM F1307, de acordo com o tipo da amostra e as condições definidas para a análise.
A configuração laboratorial foi preparada para avaliar tanto filmes e laminados planos quanto embalagens acabadas, desde que a amostra seja compatível com os dispositivos de teste e esteja dentro da faixa de detecção do equipamento. Essa capacidade permite atender convertedores de embalagens, fabricantes de materiais e marcas dos setores alimentício, farmacêutico, químico, cosmético, industrial e de outros segmentos.
Antes da realização do ensaio, a equipe analisa a viabilidade técnica da amostra e orienta a escolha do protocolo aplicável. São considerados fatores como configuração da amostra, nível de barreira esperado, controle de umidade e necessidade de avaliar o material plano ou o sistema completo.
Os resultados são apresentados em laudos técnicos detalhados e rastreáveis, com a caracterização da amostra, o método utilizado, as condições do ensaio e os valores obtidos. Essa documentação permite registrar o desempenho de barreira durante atividades de desenvolvimento, qualificação de fornecedores e controle de qualidade.
Para indústrias de Tuiuti-SP, a ADMESER oferece suporte técnico na definição do ensaio mais adequado para filmes, laminados ou embalagens finalizadas, evitando a aplicação de um protocolo incompatível com o tipo de material.
Alimentício
Embalagens para carnes, queijos, cafés, snacks e alimentos prontos dependem diretamente do controle de oxigênio para preservar cor, sabor, textura e vida útil do produto.
Farmacêutico
Blisters, frascos e sachês para medicamentos exigem barreira rigorosa ao oxigênio para manter a estabilidade de princípios ativos sensíveis à oxidação.
Químico e industrial
Bombonas e filmes utilizados para defensivos agrícolas e polímeros especiais também requerem validação da barreira ao oxigênio, conforme a sensibilidade do produto acondicionado.
Bebidas
Garrafas PET, latas e tampas para cerveja, vinho, sucos e refrigerantes dependem do controle de oxigênio para preservar sabor, aroma e vida de prateleira.
Eletrônicos e baterias
Bolsas de barreira à umidade (moisture barrier bags) para componentes sensíveis a descarga eletrostática e embalagens tipo pouch para baterias de lítio exigem controle rigoroso de oxigênio ao longo de toda a cadeia.
Cosméticos e cuidados pessoais
Embalagens de cremes, séruns e ativos sensíveis à oxidação dependem da barreira ao oxigênio para preservar eficácia e estabilidade da fórmula.
Nutrição animal e pet food
Rações e petiscos são sensíveis à oxidação de gorduras, o que torna o controle de oxigênio um fator direto de qualidade e vida útil do produto.
Nutracêuticos e suplementos
Sachês e frascos de suplementos alimentares seguem exigências de barreira semelhantes às do setor farmacêutico, protegendo compostos bioativos sensíveis à oxidação.
Sementes tratadas e agroinsumos
Embalagens de sementes tratadas e agroinsumos também se beneficiam do controle de oxigênio, complementando a avaliação de barreira já realizada para defensivos agrícolas.
Etapas para solicitar a análise de TPO2
Para programar o ensaio de permeabilidade ao oxigênio, o cliente deve informar o tipo de amostra que será analisada, como filme, laminado, material coextrusado ou embalagem acabada. A partir desses dados, a equipe técnica do laboratório ADMESER verifica a possibilidade de fixação da amostra e define o procedimento mais adequado.
Também é importante compartilhar as informações técnicas disponíveis, incluindo espessura nominal, composição ou estrutura de camadas, dimensões, formato da embalagem e condições previstas de uso. Dados sobre temperatura, umidade relativa, produto acondicionado e nível de barreira esperado ajudam a definir os parâmetros do ensaio.
Após a análise inicial, a equipe da ADMESER indica qual norma deve ser utilizada — ASTM D3985, ASTM F1927 ou ASTM F1307 —, a quantidade de amostras necessária, os cuidados de preparação e o prazo estimado para emissão do laudo técnico.
Empresas de Tuiuti-SP podem entrar em contato com a ADMESER antes do envio para verificar as condições da análise. Essa orientação reduz o risco de encaminhar uma quantidade insuficiente ou uma amostra incompatível com o equipamento de medição.
Como solicitar o ensaio TPO2
Para iniciar o ensaio de permeabilidade ao oxigênio, o cliente deve enviar a amostra (filme, laminado ou embalagem acabada) em quantidade suficiente para os testes solicitados, junto com as informações técnicas relevantes, como espessura nominal, estrutura da embalagem e condições de uso previstas. A equipe técnica do ADMESER orienta sobre a norma aplicável, o volume de amostra necessário e o prazo estimado de entrega do laudo.
Perguntas frequentes sobre ensaio de permeabilidade ao oxigênio em Tuiuti
Conheça nossos ensaios
Análise de Headspace (ATM)
Ver detalhesDetecção de Vazamentos por Imersão em Vácuo (Pack-Vac)
Ver detalhesDeterminação de Gramatura de Embalagens
Ver detalhesEnsaio de Coeficiente de Atrito (COF)
Ver detalhesEnsaio de Hot Tack (Selagem a Quente)
Ver detalhesEnsaio de Integridade de Embalagens (Burst, Leak e Creep)
Ver detalhesEnsaio de Permeabilidade ao Vapor d'Água (TPVA)
Ver detalhesEnsaio de Resistência à Tração e Selagem (Tensile / Seal Strength)
Ver detalhesMedição de Espessura de Filmes e Embalagens
Ver detalhesPermeabilidade ao Vapor d'Água pelo Método Gravimétrico (TPVA/WVTR)
Ver detalhesSolicite o orçamento do ensaio TPO2 no ADMESER
Envie sua amostra e conte com laudos técnicos detalhados, rastreáveis e conforme ASTM D3985 e ASTM F1307. A equipe do ADMESER orienta sobre norma aplicável, quantidade de amostra e prazo de entrega.
